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Cerimónia simbólica do livro“O Cromossoma do Amor”,
Tem lugar hoje, pelas 11h30, no Espaço infoart da Secretaria Regional do Turismo no Funchal, uma cerimónia simbólica de entrega do livro “O Cromossoma do Amor” , da autoria de Bibá Pitta e Inês Barros Barros, a instituições que, na Região, apoiam crianças com Trissomia 21.
Um pouco da história.... "Bibá Pitta tem 5 filhos, mas quis a vida que a sua filha Madalena lhe abrisse as portas da diferença. E é essa história feliz de uma mãe e de uma filha com Trissomia 21, que se pode ler em O Cromossoma Do Amor, lançado hoje pela Difel. Escrito por Inês de Barros Baptista, o livro vai ajudar outros pais e desmistificaro Sindroma de Down.
Este livro tem o objectivo de ajudar outros pais? No fundo, estou a partilhar uma história. Sou uma mãe que pode dar voz a uma história, que vou partilhar com tantas mães e tantas famílias que têm a mesma história que eu. A minha história é feliz e positiva, e mostra que uma pessoa diferente tem uma vida digna. Tem depoimentos meus na primeira pessoa, além de variadíssimos testemunhos, de pessoas completamente diferentes, da família aos terapeutas, passando pelos professores. O médico Dr. Miguel Palha também fala da hiperactividade e de outros assuntos médicos, mas acima de tudo é uma história que vai desde o nascimento de um bebé até aos seus 12 anos. Com histórias mais divertidas, outras mais sérias, momentos mais fortes, outros mais leves [...]" In: Destak Ver mais, aqui
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Acervo de Irineu Novita Teixeira no Arquivo Regional da Madeira
 " O acervo do Arquivo Regional da Madeira (ARM) foi enriquecido, no último dia 3 de Fevereiro, com a entrega de documentação do século XX, relacionada com a vida profissional do produtor madeirense Irineu Novita Teixeira - falecido no passado dia 15 de Dezembro de 2009 -, e que estará acessível ao visitante após o devido tratamento. De acordo com o ARM, em nota de imprensa, João Miguel Santos fez a entrega à Região Autónoma da Madeira, através desta instituição, do acervo que se encontrava à sua guarda, com a ajuda da professora Fátima Pita Dionísio. «O acervo é constituído por documentação do século XX, relacionada com a vida profissional do produtor. Constam do núcleo documental originais de artigos publicados na imprensa, ensaios e artigos inéditos, correspondência diversa, placas tipográficas de gravuras publicadas, bem como documentos de identificação pessoal e fotografias», refere a informação, que acrescenta ainda que foram depositados no ARM originais do livro inédito “A Fisionomia da Paz”, bem como mapas, gravuras e esquemas de propostas de ordenamento do território para várias localidades em toda a Região. Recorde-se que Irineu Novita Teixeira nasceu no Funchal a 9 de Agosto de 1915, filho de António Marques Teixeira e de Maria Novita Teixeira. «Após a morte da mãe frequentou, com as suas duas irmãs, o ensino primário e preparatório em Cascais.
Regressa ao Funchal onde completa estudos no antigo Liceu do Funchal e ingressa na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, onde segue o curso de Engenheiro Geógrafo, que não conclui. Em 1938, após a morte do pai, estabelece-se no Brasil como produtor de café. Durante a permanência neste país insere-se no Movimento Georgista Brasileiro e colabora em variadas publicações, com artigos relacionados com o Ordenamento do Território», recorda o ARM. Na década de 70, Irineu Novita Teixeira regressa ao Funchal, mas continua a escrever sobre a mesma temática no “Diário de Notícias”, “Templário”, no “Jornal da Madeira”, no jornal “A Batalha” e na revista “A Singularidade”. Corresponde-se regularmente com o urbanista canadiano L.A. Dernoi, com o arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles e com o político António Almeida Santos. Foi ainda membro fundador e dirigente do extinto Partido da Solidariedade Nacional (PSN) e membro da Federação Mundial de Estudos do Futuro. Fonte: JM 09/02/2010
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José Tolentino de Mendonça vence o prémio literário Fundação Inês de Castro
O padre José Tolentino de Mendonça, que recebeu no passado sábado o prémio literário Fundação Inês de Castro (FIC) com o livro “O viajante sem sono”, editado em 2009 pela Assírio e Alvim.
Segundo a Agência Lusa, na cerimónia o madeirense disse que «o poema é uma inevitabilidade da experiência humana» e que o «poema e a obra de arte fazem parte do real».
Após receber o prémio das mãos do reitor da Universidade de Coimbra (UC), Fernando Seabra Santos, o autor revelou que recorda nesta sua obra «alguns amigos que partiram», amigos que «morreram e que continuam comigo», declarou, frisando que «a poesia é uma forma de partilhar com eles o lume».
«A poesia de Tolentino de Mendonça é uma poesia de elevação sem retórica do sublime», disse o professor universitário José Carlos Seabra Pereira, que integra o júri do concurso literário. O docente da Faculdade de Letras da UC, a quem coube o elogio do premiado, realçou o «gosto de dizer as coisas e a beleza do mundo» do sacerdote premiado, alegando que a sua poética «desconhece as pronúncias triunfantes de Deus». Fonte: JM 08/02/2010
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Agualusa adopta ortografia única
"José Eduardo Agualusa, orador de uma conferência que decorreu ontem à noite no Arquivo Regional da Madeira, tem «um novo romance» que versará sobre «a construção da Língua Portuguesa».
Ao abrigo do Acordo Ortográfico, «a história passa-se nos diversos territórios de expressão portuguesa», revelou o escritor, adiantando que o livro tem lançamento previsto para «Outubro ou Novembro» deste ano [...].
«O Acordo Ortográfico tem apenas que ver, como o próprio nome indica, com a ortografia e não com as variantes linguísticas», salientando de que «o facto de haver uma ortografia única no território português não quer dizer que os madeirenses, alentenjanos ou a gente do Porto não continuem a falar da mesma maneira»". Fonte: JM 05/02/2010
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